Resistências
A crítica ao modelo mineral que os TLM realizam se articula com a valorização do histórico de resistência social e de luta pela terra das comunidades do campo, pelos territórios tradicionais e originários que fazem a defesa dos bens comuns, do uso coletivo e sustentável da natureza e das práticas de bem-viver.
Isto só é possível porque adquire corpo nas lutas de povos indígenas, quilombolas, comunidades tradicionais, agricultores familiares, pescadores artesanais, trabalhadores sem terra, em um conjunto de experiências comunitárias de enfrentamento à mineração que se espalham pelo país e, juntas, compõem uma potente diversidade de práticas que sustentam desde economias e redes de comércio local, até a defesa de biomas e das condições climáticas que nos dão possibilidade de vida. Estas resistências são frutos de agência coletiva de povos diversos e mostram a organização de mulheres e das juventudes do campo protagonizando ações coletivas de resistência à mineração e de defesa da saúde, das economias, da natureza e da transformação das tradicionais práticas políticas.
Subtemas
POVOS INDÍGENAS
Povos e Comunidades Tradicionais
Agricultores familiares
TRABALHADORES SEM TERRA
MULHERES E DIVERSIDADES
JUVENTUDES
TERRITÓRIOS
Charge “Mineração aqui Não 3”
Charge produzida no processo de resistência dos territórios da Serra do Caparaó. Autoria de Michel em 2019.
Charge “Mineração aqui Não 2”
Charge produzida no processo de resistência dos territórios da Serra do Caparaó. Autoria de Michel em 2019.
Charge “Mineração aqui Não 1”
Charge produzida no processo de resistência dos territórios da Serra do Caparaó. Autoria de Michel em 2019.
A luta por um Território Livre de Mineração na região da Serra do Brigadeiro (MG)
O texto retrata histórico e dimensões da luta da Serra do Brigadeiro para se constituir como TLM, resistir ao avanço mineral e fortalecer os modos de vida e de economia locais. Autoria de Jean Carlos Silva e Gustavo Iorio. BAIXAR AGORA
Vidas e terras indígenas importam
A nota, publicada em 22/12/2020, foi construída pela Articulação dos Povos Indígenas (APIB) e pela Amazon Watch, revelando as pressões exercidas pela empresa Anglo Maerican sobre terras indígenas para ampliar os espaços minerados. Afirma a contrariedade do povo Munduruku a estes empreendimentos e a defesa de seus territórios como livres de mineração e garimpagem.
Por Territórios Livres de Mineração
O artigo de Gilvander Moreira retrata a luta do município do Serro/MG para impedir a mineração da empresa Herculano e os impactos associados às fontes de água, à produção comunitária e ao patrimônio cultural. O texto data de 10/12/2019 e defende a instituição do município como território livre de mineração.





